Poveglia – A ilha fantasma

 


Localizada na lagoa de Veneza no norte da Itália, essa pequena ilha já foi povoada pelo menos desde o ano 421, mas em 1379 por causa da guerra todos que ali moravam acabaram fugindo. A partir 1776 a ilha vira um ponto de controle para doenças e pestes, sendo usada como local de quarentena antes de se chegar a Veneza. Mais tarde, em 1922 ela se torna um hospital psiquiátrico, virando depois uma casa de repouso até seu fechando em 1968. Algum tempo depois disso a ilha acabou sendo totalmente abandonada. Em 2014 a ilha foi arrendada por 99 anos para um empresário, mas o negocio depois acabou desfeito, logo depois em 2015 um grupo de investidores planejava um investimento para construir  um parque público, uma marina, um restaurante, um albergue um centro de estudos.

Os edifícios sobreviventes da ilha consistem em um abrigo de barcos , uma igreja, um hospital, um asilo, um campanário e edifícios habitacionais e administrativos para o pessoal. A torre do sino é a estrutura mais visível da ilha e remonta ao século XII. Pertenceu à igreja de San Vitale, que ficou em ruinas em 1806. A torre foi reutilizada como farol mais tarde.

A parte mais assustadora deste local no entanto é quantidade pessoas que morreram lá. Uma estimativa publicada pela National Geographic sugere que mais de 100.000 pessoas morreram na ilha ao longo dos séculos. Devido a essas mortes a ilha é conhecida como um local assombrado, sendo muitas vezes referida como a ilha mais assombrada do mundo e relatados de fantasmas por lá são comuns.

Outros relatos contam que um médico supostamente fez experiências em pacientes como lobotomias brutas . De acordo com vários relatos, o médico pulou da torre do sino na década de 1930 depois de alegar que havia sido enlouquecido por fantasmas. Ele morreu apenas mais tarde. Décadas depois, moradores próximos afirmaram ainda ouvir o sino, embora ele tenha sido removido muitos anos antes. Esse relatório, intitulado "História Assombrada", também afirma que alguns trabalhos de restauração começaram na ilha, mas que "pararam abruptamente sem explicação".

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