Fawcett e a cidade perdida de Z
A história da cidade perdida de Z está totalmente ligada a o explorador britânico. Ele era um tipo de especialista, já que havia realizado 7 expedições entre 1906 e 1924 pela américa do sul. Tinha uma boa relação com os povos locais, e sempre foi bem sucedido em suas jornadas, tendo descoberto a nascente do Rio Verde (Brasil), fez uma viagem ao Rio Heath (na fronteira entre a Bolívia e o Peru) para encontrar sua nascente, e na Amazônia mapeou centenas de quilômetros de selva inexplorada, acompanhado por seu fiel companheiro de longa data, Henry Costin, e pelo biólogo e explorador polar James Murray. Em 1914 foi então que ele começou a formular sua teoria sobre a cidade perdida de Z perdida em algum lugar do mato grosso. Sua teoria evoluiu para acreditar que a cidade poderia até mesmo ser o berço de toda a civilização, ou ter ligação com a famosa civilização perdida de Atlântida.
Dentre os possíveis destinos de Fawcett, estão, que ele foi
morto pelas tribos locais, que ele virou prisioneiro, que encontrou a cidade de
Z e por lá permaneceu para guardar o segredo, que virou líder de uma tribo
indígena. Em 1952, na recém contatada tribo Kalapalo, alguns indígenas
confessaram que exploradores haviam sido mortos por eles. Isso levou muitos a
concluir que era de fato Fawcett que havia sido morto, mas posteriormente isso
foi descartado porque os ossos supostamente de Fawcett não pareciam combinar
com seu porte físico. Nos anos 90 um aventureiro chamado James Lynch montou uma
grande expedição e tentou refazer a rota de Fawcett. No caminho ele precisou
deixar parte da equipe e dos equipamentos esperando enquanto avançou com um
grupo menor. Ele acabou encontrando a tribo indígena dos Kuikuros, que
inicialmente o receberam bem e permitiram que ficasse, mas depois ele acabou
sendo feito prisioneiro e foi liberado só depois de 3 dias mediante a resgate.
Dessa forma o mistério do desaparecimento de Fawcett e da cidade perdida de Z
segue até os dias de hoje sem resposta.




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